quinta-feira, 29 de agosto de 2013

REGISTRO DA 35ª REUNIÃO ORDINARIA DO COMDEMA



35ª Reunião Ordinária do COMDEMA,na Casa dos Conselhos,com a seguinte pauta,1-Aprovação das Atas Anteriores,2-Avaliação da Conferencia Municipal do Meio Ambiente,3-Avaliação da Reunião Extraordinária,4-Informes Gerais,alem da presença dos conselheiros,estiveram presentes o vereador,Eng. Mario Nothorangelli,secretario Municipal do Meio Ambiente,Eng.Ronaldo Madureira. 



quarta-feira, 21 de agosto de 2013

CONVOCAÇÃO E PAUTA DA REUNIÃO EXTRAORDINARIA

COMDEMA

              CONSELHO  MUNICIPAL  DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE                                           Lei Municipal Nº3985\10

Cruzeiro 20 Agosto de 2013.
Reunião Extraordinária: Convocação e Pauta
Prezado (a) Senhor (a):
                        Venho através deste, convocar V.Sa. para a reunião extraordinária do COMDEMA, solicitada através do OFICIO nº 66\2013,a Sra. Maria Cristina Biondi, que se realizará no dia 21/08/2013 às 15:00h00min na Secretaria Municipal de Planejamento e Obras, situado na Rua Capitão Neco(Prédio do Antigo Itamarati Hotel) ,em frente ao HSBC -Cruzeiro-SP.
                        A vossa presença é indispensável, caso haja algum imprevisto favor enviar um representante.
                                                     Pauta de reunião:
Ø  Projetos de novos Empreendimentos Imobiliários no município de Cruzeiro.
Ø  Esclarecimento da DN\001-COMDEMA.
Ø  Informes Gerais.                  


Atenciosamente,
Elias Adriano dos Santos
Presidente



REUNIÃO EXTRAORDINARIA DO COMDEMA-AGOSTO-2013

Reunião do COMDEMA,com as SPLO,SMMA,SAAE,ARCVALE,SAVIR,AJADES,Sindicato Rural de Cruzeiro,CATI,Colégio Dinamico,Departamento Jurídico,a pauta da Reunião-Novos Empreendimentos no município de Cruzeiro,DN-COMDEMA-001\2013,foi um excelente passo na busca do entendimento entre o poder publico e a sociedade civil,na busca da gestão participativa e controle social.








domingo, 11 de agosto de 2013

A DIFÍCIL VIDA DOS RIBEIRINHOS DO PARAÍBA DO SUL

A difícil vida dos ribeirinhos

Ribeirinhas em S. José. Foto: Cláudio Vieira
Ribeirinhas em S. José. Foto: Cláudio Vieira
Eles transformaram o Paraíba em uma extensão de suas casas; muitos vivem sem luz ou água tratada, mas aprenderam a tirar do rio e da natureza tudo o que precisam para viver longe das áreas urbanas
Xandu Alves
São José dos Campos

A vida na ribeira é para quem tem coragem.
Eles vivem na periferia, com pouco dinheiro e quase sempre em sub-moradias, enfrentando cheias durante o verão e frio no inverno. Essa é a rotina de quem vive às margens dos rios.
Mas não só problemas têm os ribeirinhos. A distância dos congestionamentos e da poluição da zona urbana traz tranquilidade. Eles ainda aproveitam os benefícios do rio, como a pescaria.
Nos fundos da zona leste de São José, no distrito de Eugênio de Melo, Rita Henrique, 30 anos, e suas quatro irmãs lavam roupa na maior máquina do mundo.
Na beira do rio Paraíba, num braço das águas barrentas que “entra” no quintal da família Henrique, as mulheres lavam suas roupas e louças todos os dias.
Tablados de madeira colocados na parte rasa do rio ajudam na limpeza do material. Mas tem que ter braço para deixar tudo perfeito.
“Estamos acostumadas com essa vida dura”, diz Vanessa Henrique, 24 anos.
Todas as cinco filhas do pescador José Ramos, 67 anos, cresceram convivendo bem de perto com o rio Paraíba.
Elas apreenderam a nadar com o pai e a lavar roupas com a mãe. O rio, para elas, é uma extensão natural de casa.
Ramos não pesca mais. Deixa a atividade para os mais novos, como os netos. Mas não largou a vida do rio. Ele fabrica redes para pesca, de onde tira, junto com a aposentadoria, a sua renda mensal.
“Aprendi com o meu pai a ler o rio. O silêncio dele, o barulho da correnteza. Tudo fala alguma coisa”, conta Ramos, que vive sem água encanada, telefone e energia elétrica.

Renda. Na zona oeste de São José, atravessando o bairro de Urbanova, chega-se a uma pequena vila de pescadores, batizada de Beira Rio.
As casas simples contrastam com as residências suntuosas dos condomínios fechados de Urbanova.
As 35 famílias que moram nas margens do rio Paraíba, na comunidade Beira Rio, ainda vivem basicamente da pesca e de atividades relacionadas a ela, como confecção de barcos, varas e redes.
“Sustento minha família com os peixes do Paraíba. O rio já foi melhor, mas quando encontro um peixe bom vendo no mercado”, disse o pescador Alexandre Mendes, 36 anos.

Mata. As águas cor de barro do rio Paraíba precisam de verde, explica o ambientalista da ONG Consciência Ecológica, Lincoln Delgado. “A falta da mata ciliar e a ocupação das margens do Paraíba são as principais agressões existentes contra o rio, que é essencial para a região.”

S. José recupera 230 mil m² de mata ciliar

São José dos Campos


De árvore em árvore, as várzeas dos rios e ribeirões de São José dos Campos vão ganhando mais verde.
Programa de recuperação das nascentes, comandando pela Secretaria de Meio Ambiente da cidade, plantou 45 mil mudas de árvores nativas, devolvendo à população cerca 230 mil m² de mata ciliar.
Foram contempladas 19 nascentes degradadas da margem direita do rio Paraíba e, em uma segunda etapa, estendido para as nascentes da margem esquerda, atingindo 33 que estão em processo de recuperação.
“São José está fazendo o dever de casa, trabalhando para proteção e recuperação de áreas florestadas que abrigam nossos mananciais e revitalizando as nascentes que contribuem para formação do rio”, disse Andréa Francomano Bevilacqua, secretária de Meio Ambiente de São José.
Um dos pontos que merece atenção, segundo ela, é o da educação ambiental. Ou seja, mudar a mentalidade de que se pode jogar livremente lixo nas ruas e nos rios.
“É um problema cultural de se compreender que a disposição do lixo deve ser realizada com responsabilidade, nos locais adequados”, afirmou Andréa. “A campanha educativa é uma constante”.
SAIBA MAIS
São José
Maior cidade da bacia do rio Paraíba, São José é cortada transversalmente pelo rio, que passa por nove bairros

Margem direita

Cortam o Paraíba em São José, pela margem direita, as bacias do rio Comprido e dos córregos Ressaca, Senhorinha, Vidoca, Lavapés, Cambuí, Alambari, Pararangaba e Divisa

Margem esquerda
Do lado esquerdo do rio Paraíba, estão as bacias do rios Jaguari e Buquira

MELHORA ÁGUA DO RIO PARAÍBA DO SUL

Água do rio Paraíba melhora, mas ainda está longe do ideal

Peixe do Rio Paraíba. Foto: Cláudio Vieira
Peixe do Rio Paraíba. Foto: Cláudio Vieira
Comunidades ribeirinhas afirmam que sentem pelo cheiro a redução da quantidade de esgoto despejado nas águas; mas a recuperação da bacia precisa de ampla discussão e investimento, segundo especialistas
Xandu Alves
São José dos Campos

O sol ainda nem nasceu e Andrelino Ramos, 73 anos, já está de pé. Ele acende o fogão a lenha, ferve a água e passa o café preto. Bebido fumegante, diz o homem, é o melhor remédio para o frio da madrugada.
A receita ele aprendeu com o pai, pescador como Ramos, que vive às margens do rio Paraíba desde quando usava calças curtas. Ele mora em uma casa simples na região norte de São José, no bairro São Sebastião.
Vão longe as memórias e a saudade dos tempos em que os peixes pululavam nas redes, as crianças mais ficavam dentro do que fora do rio e a vida seguia seu rumo tranquilo como as corredeiras do Paraíba.
“A poluição quase matou o Paraíba”, alerta Ramos, com a sabedoria de quem conhece os segredos do rio.
Hoje, ele nota que os peixes começaram a voltar. E não é mentira de pescador.
“O cheiro de esgoto tá sumindo. Antes, a gente ponhava a rede e nada. Os peixes estão voltando agora”, conta Ramos, na tradicional linguagem dos ribeirinhos.

Nas margens. Viver na ribeira, às margens do rio, não é para qualquer um. A vida apresenta desafios que poucos conseguem vencer, tanto que os mais novos nem pensam em continuar o legado familiar. Eles preferem salário e carteira assinada.
Não há estatísticas confiáveis sobre a quantidade de ribeirinhos que vivem na região. Segundo colônias de pescadores, eles não chegam a 0,5% dos 2,2 milhões de moradores do Vale.
Em São José, a estimativa é que pelo menos 130 famílias vivam em várzeas. Elas moram em sub-moradias e sofrem com as cheias do rio.
Com suas calças e camisas azuis desbotadas, os pés descalços e as mãos calejadas, Ramos é um exemplo de perseverança. Aceitou o convite para ensinar os mais novos a fazer barco de madeira. Mas o que gosta mesmo é de pescar e contar mentira. E isso é a pura verdade.

Oxigênio traz peixes de volta ao rio
São José dos Campos

A volta de peixes ao rio Paraíba é resultado, principalmente, do aumento da coleta e tratamento de esgoto nas cidades da região.
Em média, segundo a Sabesp, que cuida da água e esgoto em 28 dos 39 municípios da região, a quantidade de oxigênio diluído no Paraíba saltou de 0,5 miligrama por litro para 5 mg/l nos últimos cinco anos.
A maior concentração de oxigênio, além de melhorar a qualidade da água, contribui para a proliferação de peixes.
Mas há muito trabalho a ser feito. O Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente) diz que a concentração ideal de oxigênio em um rio tem que ser entre 7 e 11 mg/l.
A Sabesp investe R$ 519 milhões até 2014 para chegar a 100% de esgoto coletado e tratado nas cidades operadas por ela. Hoje, 10 têm acima de 90% do esgoto coletado e 19 superam 90% de resíduos tratados.
“É fundamental cuidar do esgoto para que o rio melhore continuamente”, disse Oto Elias Pinto, superintendente regional da Sabesp.

Peixes. À parte os dados científicos, são os ribeirinhos quem podem comprovar a recuperação do Paraíba, como confirma Antônio Cardoso, 74 anos, morador de Tremembé e pescador há mais de 60 anos.
É no silêncio da canoa deslizando pelo Paraíba, na escuridão das madrugadas, que Cardoso celebra a chegada dos peixes. Ele diz que a quantidade ainda é bem inferior a obtida no passado, quando tirava até 30 quilos de peixe por dia do rio. Mas é melhor do que as redes vazias dos últimos 20 anos, quando a poluição escureceu o Paraíba.
“Estou só esperando o calor chegar para pescar. Tiro até cinco quilos por dia. Vendo semanalmente e tiro um salário por mês”, conta o pescador, que criou os oito filhos com a renda da pesca.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

LANÇAMENTO DA RPPN PEDRA DA MINA-QUELUZ

Lançamento da RPPN-Pedra da Mina, na fazenda Jaboticabal na cidade de Queluz,que contou com a presença dos diretores da Fundação Florestal,e do Secretario de Estado do Meio Ambiente,Sr.Bruno Covas.



1ª CONFERENCIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE DE CRUZEIRO-2013

Reunidos na Câmara Municipal de Cruzeiro,1ª Conferencia Municipal do Meio Ambiente de Cruzeiro,organizada pela PMC,SMMA,COMDEMA,discutiu os eixos temáticos,1-Produção e Consumo Sustentáveis,2-Redução do Impactos Ambientais,3-Geração de Emprego e Renda,4-Educação Ambiental,onde teve a participação da sociedade civil,iniciativa privada,sindicatos,entidades de ensino técnico,secretaria de educação,dentre estes foram escolhidos os delegados que irão representar o município,na sub-regional que sera realizada na cidade de Guaratinguetá no dia 17\8\2013 na faculdade de engenharia(FEG)