sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

COMUNICADO Nº16 DO COMDEMA CRUZEIRO SP

                                 
                                                 CONSELHO  MUNICIPAL  DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE
                                                         Lei Municipal Nº3985\10  
                                         
                                                                                                           Cruzeiro 08 de fevereiro de 2016.
Prezado (a) Senhor (a):
                                                             COMUNICADO N º 16
Venho através deste, comunicar aos nobres conselheiro que e demais interessados, que no próximo dia 16\02\16 a partir das 08:30hs,na Casa dos Conselho de Cruzeiro, localizada na Rua Dr.Celestino nº 366,será realizada a segunda Reunião Ordinária do COMDEMA, de 2016,aguardando sugestões de pauta ate o dia 13\02\16,no dia 14\02\16,sera feito o envio da convocação conjuntamente com a pauta; A partir de março, seguiremos com a programação normal; Contamos com a presença de todos.
Aguardamos as sugestões de pauta para próxima reunião;
          
                                                              Atenciosamente,
            Elias Adriano dos Santos                                                        Antônio Claret Soares

                       Presidente                                                                       Secretaria Executiva

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

PROJETO TURISMO LEGAL EM AIRUOCA MG

Projeto “Turismo Legal”, em Aiuruoca

Foram implantadas 80 placas em toda a zona rural do município
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turismo (Sedesa) concluiu a primeira etapa de sinalização da zona rural de Aiuruoca. Esta é uma das ações promovidas pela Prefeitura de Aiuruoca e Conselho Municipal de Turismo para fortalecer o turismo rural no município. Foram implantadas 80 placas em toda zona rural do município, indicando localidades, povoados, o Parque Estadual da Serra do Papagaio e alguns atrativos que já são bastante conhecidos e recebem maior visitação, tudo isso discutido em reuniões do Comtur e Associações.
Para fazer a instalação das Placas contamos com o apoio da Gerente do PESP, Clarice Silva, que cedeu um veículo e também disponibilizou o Guarda Parque Pedro Guatimosim pra ajudar nos serviços, a Secretaria de Obras disponibilizou dois funcionários e a Sedesa enviou o Chefe da Divisão de Turismo e Meio Ambiente, o Sr. Marlon M. Arantes para acompanhar as instalações.
Sinalizar as estradas rurais faz parte do projeto “Turismo Legal” que visa organizar as comunidades e capacitar famílias que queiram receber em suas casas e sítios os visitantes, ofertando um café da roça, um almoço mineiro ou simplesmente uma boa prosa.
Essa etapa de sinalização vai dar aos moradores e visitantes mais segurança, agilidade e tranquilidade para andar pelas estradas rurais. Também vai ser um instrumento para padronizar as placas, deixando nosso município mais limpo da poluição visual. Para os donos de pousadas, restaurantes e estabelecimento comerciais da zona rural vai ser de suma importância para os clientes se localizarem, além de economizar com placas próprias de indicação.
As próximas etapas do Projeto Turismo Legal são: Regulamentar a padronização das Placas de Estabelecimentos Comerciais ou Privados; Implantar o Credenciamento dos Estabelecimentos Comerciais previstos na Lei de Turismo e conceder o Selo do Turismo Legal, para as empresas, associações, comércios, guias, taxistas que estejam em conformidade com a Lei 2.176/05. No site, Informativo Turístico, Redes Sociais e Eventos da Prefeitura serão divulgados somente os estabelecimentos devidamente credenciados, seguindo o princípio da Qualidade, Formalidade e Sustentabilidade. Com isso, o visitante, ao ver o Selo Turismo Legal saberá que está contratando ou utilizando um serviço que segue os padrões mínimos necessários previstos em Lei.
“A secretaria trata o turismo como um instrumento de desenvolvimento além das relações econômicas. O turismo é hoje o setor da economia mais propício a oferecer resultados de cunho sócio-econômico a curto prazo com baixo investimento e é um dos principais propulsores de economias de base local. É um processo de melhorias na qualidade de vida das pessoas. Com esta atitude buscamos principalmente a promoção do bem-estar e fortalecimento da auto-estima local”, conclui a secretária da Sedesa, Valquíria Paula da Silva.
Prefeitura de Aiuruoca
 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

PLANO DIRETOR AMBIENTAL-FERRAMENTA DE GESTÃO SUSTENTAVEL

Plano Diretor Ambiental: uma ferramenta para a gestão sustentável dos municípios

Publicado em Ambiente Legal Justiça e Política*
macau
Cidade de Macau – plano geográfico – gravura de 1751 (autonomia municipal nos moldes portugueses)
Por Ana Maria Fiori
A gestão ambiental pode ser um instrumento de afirmação dos municípios como entes federados autônomos
“Com a proclamação da República, a autonomia municipal foi perdida. Assegurada desde as ordenações portuguesas, ela fazia do município e das câmaras municipais a grande unidade de controle territorial do país. Noventa e sete anos depois, com a Constituição de 1988, essa autonomia foi resgatada, ainda que apenas no papel.”
A análise, feita pelo advogado Antonio Fernando Pinheiro Pedro, em recente seminário sobre o tema na Assembléia Legislativa de São Paulo, esclarece que a autonomia não existe de fato porque os municípios ainda não incorporaram o Estatuto da Cidade, que só foi promulgado treze anos depois da Constituição, e porque não possuem um sistema de gestão ambiental municipal.
“Propõe-se um plano diretor ambiental justamente para introduzir esse sistema e colocá-lo em um plano estratégico para o território. É estabelecido um plano de ação para a defesa do meio ambiente no território municipal e um plano de negócios que permita a expansão da economia do município em bases sustentáveis”, diz Pinheiro Pedro.
O advogado destaca que o plano diretor ambiental é uma ferramenta para que o município possa ter o efetivo controle do território e não deve ser confundido com o plano diretor previsto no Estatuto da Cidade. “O plano diretor ambiental integra-se ao plano diretor, mas também pode ser constituído separadamente. É uma ferramenta de gestão”, explica.
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Luiz Roberto Tommasi – “município faz parte de um complexo maior do que ele”
O oceanógrafo e professor Luiz Roberto Tommasi, diretor-presidente da Fundespa – Fundação de Estudos e Pesquisas Aquáticas, lembra que o município não é isolado no espaço e no tempo. “O munícipio faz parte de um contexto maior do que ele e, por isso, tem de ser considerado num todo, o que inclui a própria bacia hidrográfica à qual pertence”, afirma.
Cita como exemplo um grande projeto que a Fundespa desenvolve há cerca de cinco anos no Rio São Francisco. Nesse projeto, que segundo Tommasi não é afetado pela polêmica que envolve a transposição do rio, o objetivo é criar condições de navegação para que grandes empresas possam escoar seus produtos. Para isso, a Fundespa faz estudos sobre o assoreamento. “Por causa da erosão progressiva, o Rio São Francisco é assoreado em muitos trechos. Barrancos caem e rochas têm de ser explodidas”, explica.
O pesquisador diz que governo após governo se prometeu que o Rio São Francisco teria usos múltiplos. Acredita que um plano de revitalização e um plano de navegabilidade trariam de fato essa proposta de usos múltiplos, sem sacrificar empresas ou agricultores. “Com a revitalização, haveria água para as pessoas, água para plantação, e as empresas investiriam, teriam seu lucro e trariam desenvolvimento para a região.” Acrescenta que para aumentar as condições de sustentabilidade é importante permitir que o rio seja realmente uma hidrovia, já que tem um longo trecho que pode ser aproveitado para navegação.
Tommasi acredita que planos diretores ambientais aplicam-se perfeitamente nesse cenário estratégico da recuperação múltipla do rio. “É importante que cada município faça o seu plano diretor ambiental, mas tendo em mente que ele está no contexto de uma bacia hidrográfica. A problemática ambiental do município nunca acaba no limite geográfico”. afirma.
O diretor-presidente da Fundespa diz que seriam necessários apoio, recursos monetários e vontade política para desenvolver também um plano diretor ambiental para toda a bacia do Rio São Francisco. “Um grande programa de revitalização, numa abordagem mais integrada, em vez de discussões isoladas sobre o que cada município deseja.”
O prefeito Itamar Borges, que administra a cidade de Santa Fé do Sul, no Estado de São Paulo, também é favorável a um esforço de integração nos diferentes planos sociais e em níveis governamentais, quando se fala em gestão ambiental . “É preciso estabelecer acordos para efetivar o desenvolvimento sustentável não apenas no município que administramos”, comenta.
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Borges: projeto transforma PDA em lei
Borges ressalta que os cuidados com o ambiente sempre foram levados em conta na cidade, que margeia a represa de Ilha Solteira, mas Santa Fé do Sul adquiriu aos poucos um estágio que exige o planejamento de todas as ações. “Temos a cidade cem por cento asfaltada, iluminada, com tratamento de água e esgoto, e atendemos toda a população com médico da família. Procuramos ordenar o desenvolvimento do município com sustentabilidade ambiental”, afirma.
Ele acredita que, além da administração pública conhecer o território municipal e as implicações ambientais de cada ação, é importante conscientizar a população. “Por isso decidimos elaborar o plano diretor ambiental de Santa Fé do Sul. Ele possibilita que busquemos informações técnicas e cientificamente comprovadas. O desafio para o terceiro milênio é propor diretrizes para o meio ambiente, sempre buscando a gestão ambiental”, diz.
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Professor Luiz Roberto Tommasi, deputado Ricardo Castilho e o advogado Fernando Pinheiro Pedro – Seminário na Assembléia debate autonomia municipal
De acordo com Borges, já existe um mapeamento ambiental de todo o território de Santa Fé do Sul. “Isso orienta o desenvolvimento do município e, a partir do plano diretor ambiental, estamos vinculando outras ações. Por exemplo, a Educação Ambiental passou a ser obrigatória da primeira à quinta série, na rede municipal de ensino. E isso inclui o ambiente local”, comenta.
O prefeito está em seu terceiro mandato e iniciou o plano diretor ambiental no segundo semestre de 2004, final do mandato anterior. Deve abrir o ano legislativo de 2006 com um projeto que transforma o plano diretor ambiental em lei. Diz que há um certo consenso, que a população está sendo consultada em audiências públicas, junto com outros segmentos representativos da sociedade, como o sindicato rural e a associação comercial. “Inclusive o próprio Legislativo está envolvido, creio que não haverá problemas para a aprovação”, explica.
Durante a tramitação do projeto, Borges pretende elaborar o código municipal de meio ambiente. Aprovado o projeto que torna lei o plano diretor ambiental, deve adequar o código à legislação federal e encaminhá-lo ao Legislativo, para votação.
Seminário realizado em São Paulo apresentou Plano Diretor Ambiental
A Assembléia Legislativa de São Paulo sediou, na primeira quinzena de novembro de 2006, o I Seminário Municípios Ambientalmente Sustentáveis, que apresentou o projeto do Plano Diretor Ambiental (PDA) desenvolvido pioneiramente na cidade paulista de Santa Fé do Sul.
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Evento na Assembleia reuniu prefeitos, parlamentares e técnicos
Realizado pela Assembléia Legislativa e promovido pela Fundação de Estudos e Pesquisas Aquáticas (Fundespa), em parceria com a Pinheiro Pedro Advogados, o I Seminário Municípios Ambientalmente Sustentáveis reuniu no auditório Franco Montoro, prefeitos, gestores, técnicos e profissionais interessados na área de planejamento ambiental.
O objetivo do seminário, que teve cinco painéis, foi discutir os planos diretores ambientais municipais. A importância de o poder municipal assumir uma postura pró-ativa diante da questão ambiental foi ressaltada já na abertura dos trabalhos, que contou com a presença do deputado Ricardo Castilho (PV), do deputado Arnaldo Jardim, de Luiz Roberto Tommasi, diretor-presidente da Fundespa, de Antônio Fernando Pinheiro Pedro, sócio diretor do escritório Pinheiro Pedro Advogados, de Herculano Castilho Passos Júnior, prefeito de Itu, e de Jaime Gimenez, da Cetesb.
Um dos temas abordados foi a relação do PDA com o licenciamento ambiental. O PDA cria mecanismos para que o município tenha sua própria legislação e plano de negócios na área.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A PESQUISA DO ARROZ NO VALE DO PARAÍBA FEITA PELA APTA-REGIONAL PINDAMONHANGABA

Pesquisadora quer estabelecer nível seguro de defensivos na cultura de arroz irrigado


arrozA utilização de doses seguras de agroquímicos na cultura de arroz irrigado é o alvo de pesquisa desenvolvida pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Estudo desenvolvido no Polo Regional Vale do Paraíba da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) investiga qual a quantidade de defensivos capaz de garantir a produção, mas sem prejudicar os recursos naturais como solo e água e garantindo a biodiversidade no ambiente.
A zootecnista Adriana Sacioto Marcantonio é a responsável pela ideia de usar girinos de rã-touro para medir a toxicidade da água onde está imergido o arroz, uma das principais culturas da região do Vale do Paraíba. Quando as quadras cultivadas da lavoura da propriedade já têm uma quantidade segura de água, coloca-se um tanque-rede com os girinos para ficarem submersos e assim iniciar os testes em campo.
Também interessado em produzir o arroz de forma menos agressiva ao meio ambiente e mais saudável para seu consumidor e sua família, o produtor repassa para a pesquisadora quais produtos – e em quais doses – aplicou na cultura. Adriana visitou semanalmente uma propriedade em Tremembé, coletando dados que permitiram analisar a toxicidade aquática.
É nesta etapa que ela identificou quais os defensivos e suas doses que podem matar os animais, causar possíveis anomalias ou deformações – causando danos também reprodutivos – e a dose segura, aquela que protege a planta sem causar danos ao meio ambiente. “A gente tenta atrelar esses dois elos, a produção e a parte ambiental. Toda cultura dá para produzir de forma segura. A busca constante é unir a questão da pesquisa científica em busca dessa sensibilidade”, explicou Adriana.
O mesmo processo é feito em aquários em laboratório para servir de base de comparação com os dados obtidos em campo. A pesquisadora aplica na água em ambiente controlado os mesmos produtos que o rizicultor usou em sua lavoura, realizando os mesmos testes feitos em campo para determinar a toxicidade aguda, que causa mortalidade dos animais, ou crônica, sem provocar mortalidade, mas capaz de produzir má formações e problemas reprodutivos.
Esse tipo de teste já é realizado para registro e liberação da comercialização dos agroquímicos, mas tendo pássaros e ratos como cobaias, ou seja, nenhum dos dois é um animal de ambiente aquático. Para chegar mais perto da realidade, Adriana utiliza os anfíbios e, assim, consegue analisar exatamente as mudanças ocorridas em espécies que realmente têm contato com a água do arroz irrigado.
É um trabalho capaz ainda de identificar, por exemplo, o desaparecimento de outros tipos de animais como crustáceos e microrganismos, que garantem o equilíbrio da vida aquática. Eles servem de alimento para alevinos e os próprios girinos - organismos filtradores da água da rizicultura. “De forma indireta você está afetando não apenas os animais que podem ser vistos a olho nu”, atentou a pesquisadora.
“É nosso papel buscar inovações como esta, capazes de balizar o uso correto de defensivos. São produtos importantes para a agricultura paulista e não podemos abrir mão deles, mas é possível aplicar de forma mais segura, respeitando o meio ambiente. Unir preservação e produção é uma das principais recomendações do governador Geraldo Alckmin para a Secretaria”, lembrou o secretário Arnaldo Jardim.
Reflexo
A preocupação da pesquisa é oferecer meios de medição de toxicidade aquática para que o rizicultor produza um alimento saudável para a população, onde está inclusa sua própria família. Por falta de conhecimento, muitas vezes o produtor acredita ser positivo aplicar uma dose a mais de defensivo sem respeitar o período de carência, sem se dar conta de que este produto pode se acumular no grão.
Adriana afirmou que alertar o homem do campo para esses cuidados é também um dos objetivos de seu estudo. “Nosso trabalho é constante para unir a questão da pesquisa científica e a busca dessa sensibilidade através da educação ambiental”, contou a pesquisadora.
O trabalho está em fase de conclusão, mas antes a Apta quer testar o mesmo processo em outras propriedades produtoras de arroz irrigado, provavelmente no município de Guaratinguetá, para comparar possíveis alterações nos resultados obtidos nos diferentes locais, em virtude de diferentes variáveis. Em seguida ele será publicado na íntegra e se tornará mais uma tecnologia do Governo Paulista em favor da produtividade no campo.
Por Hélio FilhoMais informaçõesAssessoria de comunicaçãoSecretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo(11) 5067-0069


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

REUNIÃO DO GT-BOAS PRATICAS NA COMUNIDADE 4 ÓLEOS-AIURUOCA- MG


Ontem foi um belo dia de trabalho! Com uma bela receptividade na Comunidade 4 Óleos, em Aiuruoca-MG, ocorreu a primeira reunião do ano do Grupo de Trabalho de Boas Práticas do Conapam, o Conselho Consultivo da APASM. O objetivo da reunião foi definir os caminhos para implementação de um processo de reconhecimento de boas práticas de conservação, agropecuária e saneamento de produtores e outros atores sociais na APA da Serra da Mantiqueira. Com a participação de agricultores e outras pessoas da comunidade e de outras dos arredores (Matutu, Bocaina de Minas), além de integrantes do NEA - Núcleo de Estudos de Agroecologia - Mantiqueira, que organizaram a recepção, a reunião foi muito produtiva e esclarecedora. Os próximos passos do GT agora são a definição do regulamento com base nas contribuições recebidas e implementação do projeto, de forma a reconhecer e divulgar iniciativas agroecológicas, de conservação e saneamento ecológico existentes em nossa bela Mantiqueira! Em seguida, discutimos com a comunidade a ideia de se iniciar um projeto nas linhas do Programa de Educação Ambiental para Agricultura Familiar e, assim, em março teremos nessa mesma comunidade nosso primeiro momento em conjunto com atividades do NEA - Mantiqueira. Por uma APA agroecológica!



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

ATA DA 62ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO COMDEMA-CRUZEIRO-SP

ATA DA 62ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO COMDEMA REALIZADA NO DIA 01 DE DEZEMBRO DE 2015 NA CASA DOS CONSELHOS DE CRUZEIRO. Início: 9:00h. Encerramento: 11:00 h. ESTAVAM PRESENTES AS SEGUINTES ENTIDADES: ONG AJADES JAGUAMIMBABA (os Srs. Elias Adriano dos Santos e Jorge Pereira da Costa); SMMA de Cruzeiro (os Srs. Paulo Antônio de Carvalho e Isaias da Silva Rosa); AISCR (o Sr. Eddie van Tilburg); SSA/CATI (a Sra. Paula dos Reis Inácio de Souza); Sindicato Rural de Cruzeiro e Lavrinhas (o Sr.Wander Luis Carvalho Bastos); SESI (o Sr. Lucas Basili); AEAA de Cruzeiro (a Sra.Mônica Mizumoto). O Sr. Elias Adriano dos Santos, Presidente do COMDEMA de Cruzeiro  abriu os trabalhos do dia, agradecendo a presença de todos e leu a Pauta para a presente reunião : 1- Aprovação da Ata Anterior; 2- Situação-Fazenda Batedor/ITESP, Fazenda da Várzea-Mineração- Secretario Municipal de Meio Ambiente - Paulo Antônio; 3 - Reunião CONAPAM - Cruzeiro -Wander Bastos; 4 - GT-Montanhas -MoNa Itaguaré -Elias Adriano; 5 - Município Verde e Azul- Isaias. Informes Gerais. Conforme indicado pelo Sr. Presidente, a reunião iniciou com o Sr. Paulo Antônio, Secretário de Meio Ambiente do município, discorrendo sobre a proposta da Prefeitura Municipal para ter aterro sanitário específico e diferente da destinada ao uso pelos "caçambeiros" para depósito de entulho. Depois passou ao assunto da extração de areia e abertura de cavas. Neste momento, o Sr. Wander explicou a evolução histórica da área em questão. A partir daí, surgiu a dúvida se: A Lei de expansão urbana pode revogar a lei de uso de área agrícola para extração de areia? Como proposta de ação a esse tema, ficou estabelecido que se deve impedir que as cavas sejam preenchidas com água/peixe. Elias informa que o COMDEMA protocolou um documento junto a CETESB, no dia 29/10, solicitando informações dos parâmetros da decisão favorável ao licenciamento. Até a presente data, não houve manifestação do órgão.  O Sr. Vicente encaminha documento para o Sr. Elias entregar ao Secretário de Meio Ambiente sobre as ações de combate à erosão no bairro, questionando se as ações tinham sido interrompidas. O Secretário por sua vez informou que houve manifestação do Ministério Público e a Prefeitura iniciou ações apenas para protelar a solução uma vez que é necessário verba elevada oriunda do governo Estadual e Federal. O Secretário informou ainda, que as ações foram interrompidas pois o fato de jogar entulho na erosão caracterizava crime ambiental do qual não compactua. Disse ainda que o problema está na"mão" da Secretaria de obras e planejamento. Ademais, recomenda ainda, que seja solicitado à esta mesma Secretaria o projeto relativo a essa área. Salientando que não acredita que a mesma seja existente, pois a referida área trata-se de invasão de área verde da prefeitura com problemas que só aumentam com o passar do tempo. Sobre a Fazenda Batedor, o Sr. Secretário informa que o ITESP concluirá em duas semanas o levantamento sócio econômico dos moradores da área. Foi levantado um outro problema que é a dificuldade em se identificar e georreferenciar  as divisas da área da Fazenda . As informações que "tem para o momento" é que as novas ações somente serão realizadas após a conclusão do levantamento sócio econômico. Comentou de uma possível área a ser trabalhado o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) no Bairro do Quilombo-Jaracatiá/Cruzeiro. Sra. Mônica propõe a criação de um projeto de castração e centro de zoonose para cães e gatos semelhante ao que se faz em Lorena. O Sr. Lucas comenta da proibição da entrada de pessoas acompanhadas de seus cães no Bosque, da qual discorda. Wander relata sobre a reunião do CONAPAM ocorrida em Cruzeiro onde se discutiu também a situação do Turismo de Aventura e Corridas de Montanha. Elias apresenta a recomendação do Ministério público Federal ao ICMBio para regulamentar essas corridas. Isaias discorre sobre o Programa Município Verde-Azul e divulga as diretivas do programa. Elias, por fim, explica que no ano de 2015 foi solicitado pelo Tribunal de Contas do Estado as Atas referentes às reuniões do CONDEMA. E informa que as mesmas estão disponibilizadas no BLOG do COMDEMA. Como informes o Sr. Lucas apresentou as atividades culturais do SESI previstas para o mês de dezembro. O Sr. Jorge  se referiu a um exemplo que conhece do município de Indaiatuba a respeito de Bosque Ecológico. Sr.Wander apresenta o que conheceu participando de reunião sobre o Pólo Madeireiro Florestal e por fim, Jorge convida a todos a participar de uma palestra sobre Crise Hídrica dia 03 de dezembro, as 14 horas em Silveiras. Nada mais havendo a tratar, o Presidente dá por encerrada a Reunião e eu, Paula dos Reis Inácio de Souza, que secretariei essa Reunião, encerro a presente Ata, que lida e achada conforme, será assinada pelos presentes.



REGISTRO DA 63º REUNIÃO ORDINÁRIA DO COMDEMA

63º REUNIÃO ORDINÁRIA DO COMDEMA CRUZEIRO SP