sexta-feira, 27 de março de 2015

I DIALOGO INTEGRAÇÃO E SUSTENTABILIDADE-2015

I Dialogo Integração e Sustentabilidade

      Unidade do Evento: I Dialogo Integração e Sustentabilidade

                                    Data: 19/03/2015 Hora: 10h

TEMA: “Dialogo Integração: um conceito, uma política, uma atitude”.
O  Conselho Municipal de Meio Ambiente de Cruzeiro,desde 2010, vem realizando um processo de discussões sobre a necessidade de um Dialogo e Integração no município que oriente e fortaleça as políticas publicas, gestão participativa entre diversos atores socioambientais que vêm sendo desenvolvidos na cidade, ampliando os seus resultados. Assim, O Dialogo vem contribuir com as discussões,fortalecimento atores educacionais e sociais,neste processo de gestão participativa              envolvendo entidades de ensino,e pesquisa,sindicatos rurais,organizações sociais, órgãos públicos e entidades que atuam na gestão socioambiental.
Objetivos: Discutir a importância do Dialogo Integração e Sustentabilidade ,importância da gestão participativa.no fortalecimentos de políticas publicas nacional,estadual e municipal.
Público-alvo:Gestores Públicos,Gestores de UC,Conselhos Municipais,Secretárias Municipais ,Entidades de Ensino,Organização da Sociedade Civil, Poder Público; ONG(s); Comunidades modo geral. 

Programação: 19 de março de 2015

Período: manhã
Local: 47ª Subseção da OAB- Cruzeiro SP
( Rua Antonio Mendes Ribeiro,178, Bairro Vila Rica ) 

9h – Recepção
09h30 – Abertura do evento
Compõem a mesa:Sr.Wander Bastos– Sindicato Rural de Cruzeiro,Sr.Ronaldo  G.Madureira – Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Cruzeiro,
10h – 10h20 – Ações da Policia Militar Ambiental de Cruzeiro.
SD.PM.Ambiental.Sr.Milton Musa-Especialista Educação Ambiental.
10h20 –10h40-Proposta Mosaico de Unidades de Conservação.
Méd.Vet.Dr.Wander Luiz  de Carvalhos  Bastos-Presidente do Sindicato Rural de Cruzeiro.
11h00 –11h20-Ações da Secretaria Municipal do Meio Ambiente
Secretario Municipal de Meio Ambiente: Eng.Ronaldo Madureira.
11h20-11h40- Direito Ambiental.
Coronel do Exercito Brasileiro- Dr.Marco Antonio Flexa- Especialista em Direito Ambiental.

Comissão Organizadora

SD.Milton Musa Junior

Educador Ambiental- Policia Militar Ambiental

Elias Adriano dos Santos
COMDEMA –CRUZEIRO
Jorge Pereira da Costa-Biologo\Especialista Educação Ambiental
AJADES – Cruzeiro
Jorge  César Paulino- Tec.Meio Ambiente
Agente Ambiental-Cruzeiro

Tipo do Evento: Gratuito

quinta-feira, 5 de março de 2015

53º REUNIÃO ORDINARIA DO COMDEMA: CONVOCAÇÃO E PAUTA

                                                              COMDEMA

                          CONSELHO  MUNICIPAL  DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE                                                                           Lei Municipal Nº3985\10

                                                                                         Cruzeiro 03 março de 2015.

                                      Reunião Ordinária: Convocação e Pauta
Prezado (a) Senhor (a): 

Venho através deste, convocar V.Sa. para a Reunião Ordinária do COMDEMA que se realizará no dia 10/03/2015 às 08:30h00min na Casa dos Conselhos, situado na Rua Dr.Celestino 366,em frente a Anne Noivas

A vossa presença é indispensável, caso haja algum imprevisto favor enviar um representante.
                                         Pauta de reunião:
Aprovação da Ata Anterior
Relatório das Ligação Clandestina de Águas-SAAE 
Informes Gerais.

                             

Atenciosamente,
Elias Adriano dos Santos
Presidente 


I DIALOGO INTEGRAÇÃO E SUSTENTABILIDADE-2015

I Dialogo Integração e Sustentabilidade

      Unidade do Evento: I Dialogo Integração e Sustentabilidade

                                    Data: 19/03/2015 Hora: 10h

TEMA: “Dialogo Integração: um conceito, uma política, uma atitude”.
O  Conselho Municipal de Meio Ambiente de Cruzeiro,desde 2010, vem realizando um processo de discussões sobre a necessidade de um Dialogo e Integração no município que oriente e fortaleça as políticas publicas, gestão participativa entre diversos atores socioambientais que vêm sendo desenvolvidos na cidade, ampliando os seus resultados. Assim, O Dialogo vem contribuir com as discussões,fortalecimento atores educacionais e sociais,neste processo de gestão participativa              envolvendo entidades de ensino,e pesquisa,sindicatos rurais,organizações sociais, órgãos públicos e entidades que atuam na gestão socioambiental.
Objetivos: Discutir a importância do Dialogo Integração e Sustentabilidade ,importância da gestão participativa.no fortalecimentos de políticas publicas nacional,estadual e municipal.
Público-alvo:Gestores Públicos,Gestores de UC,Conselhos Municipais,Secretárias Municipais ,Entidades de Ensino,Organização da Sociedade Civil, Poder Público; ONG(s); Comunidades modo geral. 

Programação: 19 de março de 2015

Período: manhã
Local: 47ª Subseção da OAB- Cruzeiro SP
( Rua Antonio Mendes Ribeiro,178, Bairro Vila Rica ) 
9h – Recepção
09h30 – Abertura do evento
Comandante do Batalhão da Policia Militar Ambiental
Compõem a mesa:Sr.Wander Bastos– Sindicato Rural de Cruzeiro,Sr.Ronaldo  G.Madureira – Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Cruzeiro,Sr.Rogério Miranda - Casa dos Conselhos.
10h – 10h20 – Ações da Policia Militar Ambiental de Cruzeiro.
Cap.PM.Ambiental.Sr.Ronaldo de Araújo Monteiro
1º Tent.PM.Ambiental.Sr.Fernando César de Carvalho
10h20 –10h40-APASM “Programa Previ- Fogo”
Sr.Julio César Botelho- APASM.
10h40-11h00-Proposta Mosaico de Unidades de Conservação.
Sr.Wander Bastos-Presidente do Sindicato Rural de Cruzeiro.
11h00 –11h20-Ações da Secretaria Municipal do Meio Ambiente
Eng.Ronaldo Madureira.
11h20-11h40-Direito Ambiental.
Dr.Marco Antonio Flexa.
11h40-12h00-BAVEX- Cinturão Verde
Cap.EB.Cristian Lombardi.

Comissão Organizadora

SD.Milton Musa Junior

Educador Ambiental- Policia Militar Ambiental

Elias Adriano dos Santos
COMDEMA –CRUZEIRO
Jorge Pereira da Costa
AJADES – Cruzeiro
Jorge  César Paulino
Agente Ambiental-Cruzeiro
Tipo do Evento: Gratuito


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

OCUPE OS CONSELHOS MUNICIPAIS

Ocupe os Conselhos Municipais. Mas, o que é um conselho municipal?

Mas, o que é um conselho municipal?
*Marcelo Pires Mendonça
**Milena Franceschinelli
A campanha #ocupeosconselhosmunicipais, lançada nas redes sociais, traz para o centro do debate a instância primeira, a base de sustentação da participação social, que são os conselhos de políticas públicas dos municípios. Ocupar significa aqui participar das decisões em prol do interesse popular e social, como está assegurado em nossa Constituição Federal de 1988.  Exercer o parágrafo único do Art° 1, que proclama que “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. O fortalecimento e o aperfeiçoamento destes mecanismos nas cidades, por meio de ações decorrentes da Política Nacional de Participação Social (PNPS) são condições inexoráveis para a sua consolidação. Não há Conselho Nacional que prescinda da sua base, e mesmo com grandes dificuldades, todos os conselhos desenvolvem campanhas e ações para a criação, melhor funcionamento e efetividade das suas instâncias municipais. Com caráter nacional, a campanha #ocupeosconselhosmunicipais deve ocorrer no município envolvendo os conselhos existentes, entidades da sociedade civil, e o poder público (Prefeitura, Câmara de Vereadores, Ministério Público Municipal e seus procuradores no município). Assim a sociedade civil pode se apropriar de seus direitos por meio da participação direta.
Mas, afinal, o que são os conselhos municipais? Esta é uma pergunta cuja resposta se torna essencial diante da atual controvérsia acerca da PNPS. Para responder o questionamento apresentado no título, trazemos a definição de conselhos do Portal da Transparência: “Os conselhos gestores de políticas públicas são canais efetivos de participação, que permitem estabelecer uma sociedade na qual a cidadania deixe de ser apenas um direito, mas uma realidade. A importância dos conselhos está no seu papel de fortalecimento da participação democrática da população na formulação e implementação de políticas públicas”.
Infelizmente, os conselhos municipais ou conselhos gestores de políticas públicas e a participação social encontram-se invisíveis para grande parte da população, em especial da juventude, apesar do seu alcance, capilaridade e, sobretudo, pertinência na formulação e controle da execução das políticas públicas setoriais. Neste cenário (já em 1999 o Brasil contava com 26,9 mil Conselhos Municipais, segundo o IBGE), os desafios postos para a juventude são especialmente substanciais, considerando que menos de 6% dos municípios brasileiros possuem conselhos da juventude. A criação, ocupação e consolidação de tais espaços seria um encaminhamento assaz pertinente às demandas levadas às ruas pelos jovens durante as “jornadas de junho”, dado o seu caráter dialógico entre poder público e sociedade civil. Dados do IBGE (2012) demonstram que conselhos municipais como os de Saúde, Assistência Social e de Direitos da Criança e Adolescente existem e estão em pleno funcionamento em 99% das cidades brasileiras. Os Conselhos de Direitos da Pessoa Idosa, de Cultura e de Meio Ambiente estão presentes em mais de 50% de nossos municípios; outros como de Segurança Alimentar, de Direitos da Pessoa com Deficiência e de Direitos da Mulher são criados num ritmo crescente e já ultrapassa 30% de municípios alcançados, o que evidencia a abrangência e o potencial destas instâncias de participação.
Conhecer este instrumento é fundamental para viabilizar a participação da sociedade. Assim como reconhecer que ser conselheiro é exercer o protagonismo do processo de consolidação da democracia em nosso país. É vivenciar plenamente a cidadania. É cuidar de nossas cidades para ser mais bem cuidado por elas.  Um dado positivo é o de que o número de conselhos é crescente. Porém, este fato por si só não necessariamente se traduz em mais participação social. Os conselhos sofrem de uma doença crônica de invisibilidade e falta de recursos (humanos, orçamentários, de infraestrutura). Também são afetados pelos vícios e equívocos da democracia representativa, além de existirem casos de interferência política de administrações municipais que cooptam e instrumentalizam tais espaços, prejudicando a sua efetividade e comprometendo a sua autonomia. Falta publicizar informações sobre o tema, então falta participação. Por isso o desafio de evidenciar os conselhos municipais, esfera mais próxima do/a cidadão/ã, é fundamental para o amadurecimento da participação social e popular.
Os conselhos municipais são espaços poderosos, estão relacionados a todas as esferas de poder e a uma diversidade de temáticas. O legislativo, as Câmaras Municipais, acompanham e influenciam diretamente suas dinâmicas e ações. O poder judiciário, principalmente na figura do Ministério Público e seus agentes municipais é parceiro em diversas ações visando à garantia dos direitos de toda população. Por fim, o executivo é sempre integrante dos conselhos municipais, pois a função essencial desta instância é exercer o controle social das atividades da Prefeitura. “É preciso dar vida aos conselhos, colocar neles os melhores quadros políticos e as mais fortes entidades sociais, estabelecer uma agenda de diálogo permanente com a população, abrir todos os dados e informações governamentais, e, principalmente, permitir-se ao aprendizado, à mudança, ao convencimento democrático”. Ressalta a ex-secretária de Participação Social de Caruaru-PE, Louise Caroline. Quando a sociedade civil ocupa os conselhos, descobre que se a merenda escolar não está boa é possível recorrer ao Conselho de Alimentação Escolar (CAE). Percebe que se existe uma violação do meio ambiente, é possível recorrer ao Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA). Que se existe interesse em contribuir com as políticas culturais, temos o Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC). E ainda existem o Conselho de Saúde, Educação, Segurança Alimentar e Nutricional, Economia Solidária, dentre inúmeros outros. Espaços institucionalizados da construção, debate e monitoramento de políticas públicas setoriais, todos esperando por nossa participação, nossos sonhos, nossas ideias.
O aperfeiçoamento dos conselhos passa pela garantia de sua autonomia administrativa e financeira, pela efetiva participação da sociedade civil em sua gestão, e por sua ocupação sistemática por parte da população a fim de assegurar a sua descentralização, o amplo conhecimento de suas funções e objetivos, além de sua intervenção eficaz. "Disputar não apenas a qualidade dos serviços públicos no dia a dia da população, mas o exercício democrático por direitos e cidadania. Disputar a legitimidade dos sujeitos representados e a diversidade de direitos seja do campo ou da cidade. Desconstruir o senso comum que prevalece nos setores conservadores, que em períodos de crise financeira sugerem cortar políticas sociais, por concebê-las como gastos e não investimento. Políticas sociais geram empregos, dinamizam a economia local, interiorizam o desenvolvimento por meio das ações do Estado", afirma Maria do Socorro, Presidente do Conselho Nacional de Saúde. Desta forma, o desafio para a sociedade civil é o de fortalecer a sua participação para fortalecer os conselhos. Por tudo isso, #ocupeosconselhosmunicipais.
*Marcelo Pires Mendonça, é professor de História e Geografia da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal (licenciado) e desde 2005 é Coordenador-Geral de Mecanismos Formais de Participação (Conselhos e Conferências Nacionais) da Secretaria-Geral da Presidência da República.
**Milena Franceschinelli, é ativista da participação social, formada em Artes Visuais, Gerente de programas e projetos, com dez anos de experiência na gestão de entidades do terceiro setor e públicas, atualmente é  Diretora na Prefeitura Municipal de Ubatuba-SP.