domingo, 9 de março de 2014

REUNIÃO DOS CONSELHOS MUNICIPAIS COM A PREFEITA MUNICIPAL


Reunião com a Prefeita Ana karin,com os presidentes dos  Conselhos Municipais,a Associação Jaguamimbaba,ocupa a presidencia do COMDEMA-CRUZEIRO no bienio 2012\2013. 




terça-feira, 4 de março de 2014

COMDEMA-PAUTA DA REUNIÃO ORDINARIA

                                                              COMDEMA
                 CONSELHO  MUNICIPAL  DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE                                          Lei Municipal Nº3985\10
Cruzeiro 04 Março de 2014.

Reunião Extraordinária: Convocação e Pauta
Prezado (a) Senhor (a):

                        Venho através deste, convocar V.Sa. para a Reunião Ordinária do COMDEMA que se realizará no dia 11/03/2014 às 09:30h00min na Casa dos Conselhos, situado na Rua Dr.Celestino 366,em frente a Anne Noivas -Cruzeiro-SP.
                        A vossa presença é indispensável, caso haja algum imprevisto favor enviar um representante.
                                                     Pauta de reunião:
Ø  Aprovação das atas anteriores.
Ø   FUMDEMA-Aprovação texto\versão final.
Ø  Avaliação: Reunião Prefeita Municipal\Mona Itaguare.
Ø  Semana da Aguá-2014
Ø  Informes Gerais.
                               


Atenciosamente,
Elias Adriano dos Santos
Presidente




CONFERENCIA INTERNACIONAL DE CIDADES INOVADORAS.

Conferência Internacional de Cidades Inovadoras será realizada em maio, em Curitiba
Enviado por luanacopini em qui, 27/02/2014 - 11:09

http://www.cidadessustentaveis.org.br/sites/default/files/noticias/cici2014_7398.jpg

Entre os dias 07 e 09 de maio, Curitiba sediará novamente a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras. Com o tema “Soluções Inovadoras para Cidades do Século XXI”, a CICI2014, terceira edição do evento, vai debater e propor caminhos para a construção de realidades urbanas mais inovadoras, prósperas, criativas, sustentáveis e humanizadas.

O encontro é uma promoção do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), Prefeitura Municipal de Curitiba (PMC) e Universidade Positivo (UP) e acontecerá no campus da UP.

A Conferência será dividida em seis eixos: Mobilidade Urbana, Viver a Cidade, Infraestrutura, Tecnologias Sociais, Empreendedorismo e Eficiência. Cada um deles terá painéis e conferências sobre vários temas.

Além de debater e compartilhar experiências nas diversas áreas temáticas, o evento deste ano vai oferecer um novo espaço, adequado para o desenvolvimento de soluções para as cidades que promovam a sustentabilidade e novos modelos de governança.

Por isso, uma das principais novidades da CICI2014 é o Festival de Ideias, iniciativa que se propõe a buscar soluções para melhorar a qualidade de vida nas cidades, em todos os níveis e para todas as pessoas. Trata-se de um ambiente de colaboração no qual os participantes do evento poderão interagir entre si e com especialistas na elaboração de soluções inovadoras para as cidades.

Os projetos inscritos serão selecionados previamente por um comitê, passarão por monitoria de especialistas e, durante o evento, serão apresentados, aperfeiçoados e validados pelos participantes. Serão divulgados a todos os presentes, incluindo gestores públicos e da iniciativa privada.

Incrições de projetos e mais informações: www.cici2014.com

ATLAS DO ESPAÇO RURAL BRASILEIRO.

Atlas do espaço rural brasileiro

capa_atlasruralO Atlas do espaço rural brasileiro, lançado pelo IBGE,  coloca em destaque o enfoque geográfico que contextualiza e fornece um novo significado às velhas questões que envolvem a agricultura e o agrário no Brasil contemporâneo.
Para a elaboração dessa edição, foi fundamental o trabalho institucional conjunto, uma vez que a operacionalização dos novos conceitos do rural brasileiro passa, na atualidade, pela compreensão integrada não só das estatísticas levantadas pelo Censo Agropecuário 2006 e pelas pesquisas agropecuárias, populacionais e econômicas, como também das informações geográficas referentes às características territoriais, ambientais, de povoamento, localização, acessibilidade e fluxos.
Com efeito, a integração e abrangência temática é essencial para cumprir com fidelidade, nos dias de hoje, a missão do IBGE – Retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento da sua realidade e ao exercício da cidadania – e, portanto, dar conta da complexa realidade contemporânea do campo brasileiro, que supera em muito a leitura tradicional da divisão campo-cidade, dando ênfase às relações e continuidades geográficas estabelecidas nos dias atuais entre o rural e o urbano no Território Nacional.
A interpretação geográfica das informações agropecuárias produzidas pelo IBGE, em especial pelo Censo Agropecuário 2006, faz, assim, do Atlas do espaço rural brasileiro um projeto comprometido com uma perspectiva integrada da dinâmica socioeconômica do rural brasileiro contemporâneo. O conjunto de suas informações também está disponível no portal do IBGE na Internet.
Para download clique aqui,

A SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Sustentabilidade na Construção Civil, afinal em que pé estamos?

Sustentabilidade na Construção Civil_VitrineA sustentabilidade vem ganhando importância em diversos setores de nossa sociedade, e na Construção Civil não é diferente, o tema Resíduos na Construção Civil (RCC) deixou de ser uma possibilidade e passou,  nos últimos anos a ser uma prática no mercado.
Para o autor do livro Gerenciamento de Resíduos Sólidos na Construção Civil, André Nagalli, embora a preocupação com as questões ambientais tenha se iniciado há algumas décadas, esta inicialmente se restringia a um grupo de poucas e esta “percepção coletiva” só passou a ter grande escala a partir das décadas 80 e 90. Na construção civil, principalmente no Brasil, o tema sustentabilidade passa a ganhar força apenas neste século. Com certeza, a principal alavanca deste processo foi a Resolução Conama nº 307, de 2002, que buscou não só classificar os resíduos de construção e de demolição, mas também atribuiu responsabilidades às partes envolvidas.
Ainda segundo o engenheiro, sua efetividade é ainda limitada, pois sua aplicação mostra-se ainda muito dependente dos esforços e interesses dos órgãos municipais. Nota-se que onde as administrações municipais envidam esforços no sentido de dar cumprimento à legislação existente e a complementam, os agentes envolvidos engajam-se neste processo de busca por obras ambientalmente melhores. E esta sustentabilidade passa pela questão dos resíduos.
Um dos pontos que dificulta a disseminação desta “cultura ambiental” no Brasil é o fato de o setor da construção civil ser tradicionalmente conduzido por mão de obra com pouca educação formal o que demanda das construtoras grandes investimentos em capacitação e treinamentos voltados à educação ambiental.
Soma-se a isto o fato dos gestores do processo e de obras, que hoje possuem seus 40 a 70 anos, não terem sido educados em um sistema educacional que contemplava a questão da sustentabilidade.
Neste sentido, considerando que as primeiras gerações “educadas para a sustentabilidade” passam a alcançar cargos de liderança, além de diversos outros aspectos legais e administrativos, a tendência é que nas próximas décadas a sustentabilidade, e consequentemente a questão dos resíduos de construção, passe a ser considerada em todas as grandes obras dos grandes centros.
Para o engenheiro André Nagalli, o principal desafio será disseminar esta cultura nos pequenos centros e pequenas obras, onde a falta de recursos costuma ser obstáculo para incorporação de tais práticas.
Tudo a ver
O livro Gerenciamento de resíduos sólidos na construção civilbuscou aprofundar e ampliar essa importante discussão. Esta importante obra apresenta uma abordagem prática e exercícios ao longo dos capítulos que facilitam a compreensão e estudo do conteúdo. O grande diferencial desta publicação é o registro da experiência teórico-prática brasileira. Parte importante da bibliografia que o Brasil dispõe atualmente é importada ou traduzida de outras realidades/países, em outros contextos e processos construtivos. Outro referencial bastante utilizado atualmente são as cartilhas.
Sobre o autor
André Nagalli é Mestre em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental e Doutor em Geologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Leciona desde 2005 nos cursos de graduação e pós-graduação em Engenharia Civil pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Autor de diversos artigos científicos, desenvolve trabalhos de pesquisa na área de resíduos de construção e demolição junto ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil (PPGEC). É auditor ambiental líder cadastrado junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e, desde 1998, sócio-diretor da AAM – Ambiental & Mineral, empresa de consultoria nas áreas ambiental e geológica, onde atua como consultor.

O CONTROVERSO DO CONCEITO DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL

O controverso conceito de Degradação Ambiental

Os diversos ramos da ciência desenvolveram terminologia própria, procurando dar às palavras um significado o mais exato possível, eliminar ambiguidades e reduzir a margem para interpretações de significado.
A gestão ambiental, ao contrário, utiliza vários termos do vocabulário comum. Palavras como “impacto”, “avaliação” e mesmo a própria palavra “ambiente” ou o termo “meio ambiente” não foram cunhadas propositadamente para expressar algum conceito preciso, mas apropriadas do vernáculo, e fazem parte do jargão dos profissionais desse campo. Por essa razão, é preciso estabelecer, com a maior clareza possível, o que se entende por expressões como “impacto ambiental”, entre outras.
Degradação ambiental é outro termo de conotação claramente negativa. Seu uso na moderna literatura ambiental científica e de divulgação é quase sempre ligado a uma mudança artificial ou perturbação de causa humana – é geralmente uma redução percebida das condições naturais ou do estado de um ambiente.
A degradação de um objeto ou de um sistema é muitas vezes associada à ideia de perda de qualidade. Degradação ambiental seria, assim, uma perda ou deterioração da qualidade ambiental. A Lei da Política Nacional do Meio Ambiente define degradação ambiental como “alteração adversa das características do meio ambiente” (art. 3°, inciso II), definição suficientemente ampla para abranger todos os casos de prejuízo à saúde, à segurança, ao bem-estar das populações, às atividades sociais e econômicas, à biosfera e às condições estéticas ou sanitárias do meio, que a mesma lei atribui à poluição.
Em outras palavras, degradação ambiental corresponde a impacto ambiental negativo. A degradação refere-se a qualquer estado de alteração de um ambiente e a qualquer tipo de ambiente.
O ambiente construído degrada-se, assim como os espaços naturais. Tanto o patrimônio natural como o cultural podem ser degradados, descaracterizados e até destruídos. Vários desses termos descritivos serão utilizados para caracterizar impactos ambientais. Assim como a poluição se manifesta a partir de um certo patamar, também a degradação pode ser percebida em diferentes graus.
O grau de perturbação pode ser tal que um ambiente se recupere espontaneamente; mas, a partir de certo nível de degradação, a recuperação espontânea pode ser impossível ou somente se dar a prazo muito longo, desde que a fonte de perturbação seja retirada ou reduzida. Na maioria das vezes, uma ação corretiva é necessária.
Tudo a Ver
Este artigo foi retirado do livro Avaliação de Impacto Ambiental: conceitos e métodos. Com mais de 20 mil exemplares vendidos em sua primeira edição, o melhor livro na área ganhou uma segunda edição totalmente atualizada. São mais 88 páginas de conteúdo acrescentadas ao livro com assuntos de extrema relevância.